SURFISTAS DA ELITE VÃO PASSAR A RECEBER MAIS DINHEIRO

A partir do ano que vem, a premiação das provas do World Tour vai sofrer alteração. Confira!

A World Surf League divulgou recentemente o calendário 2018 das suas principais competições, o Championship Tour (WCT), o Big Wave Tour e as provas da divisão de acesso (QS). Ficamos por dentro das principais mudanças do surf profissional, como os top mundiais que irão competir no ano que vem no Circuito Mundial, as etapas que saíram e as que entraram no Tour, mas pode vir mais algumas novidades por aí.

Medina encerra 2017 como surfista mais bem pago do mundo. Foto: Heff/WSL.

Medina encerra 2017 como surfista mais bem pago do mundo. Foto: Heff/WSL.

Porém, uma das “novidades” que ainda ninguém se lembrou de falar foi precisamente o aumento da premiação para os surfistas da elite mundial. Tanto os homens como as mulheres vão passar a receber mais já a partir da próxima temporada. 

As provas masculinas do WCT passaram de 579.000 USD para 607.800 USD, o que na prática se traduz num aumento de 28.800 USD. Já cada etapa do World Tour Feminino foi atualizado de 289.500 USD para 303.900 USD, ou seja, 14.400 USD a mais.  Segundo essas contas, a mulherada receberá metade do que os homens, mas vale lembrar que a grade competitiva feminina contempla 18 atletas em cada evento, enquanto a masculina regista 36 participantes.

Filipe Toledo também levou em 2017 uma bolada para casa. Foto: Sloane/WSL.

Na verdade, atualmente, o WCT está feito de forma em que seus atletas marquem sempre presença nas etapas sem terem que despender de muito dinheiro próprio. Mesmo quando alguns perdem seus patrocinadores, deixando de contar com tão importante ‘budget” que ajuda a pagar as despesas da temporada (há alguns casos de atletas na elite sem “sponsors”), através da premiação de cada prova, a WSL garante que todos os surfistas não saiam de mãos abanando. 

Foto: Poullenot/WSL.

Foto: Poullenot/WSL.

Até ao momento, a “repartição do bolo” é feita da seguinte forma: 

Round 1: não eliminatória

Round 2: 25.º lugar / 500 pontos = 10.000 USD

Round 3: 13.º lugar / 1750 pontos = 11.500 USD

Round 4: não eliminatória

Round 5: 9.ª lugar / 4000 pontos = 13.750 USD

Quartas de final: 5.º lugar / 5200 pontos = 16.500 USD

Semifinais: 3.º lugar / 6500 pontos = 25.000 USD

Final – 2.º lugar: 8000 pontos = 50.000 USD

Final – 1.º lugar: 10000 pontos = 100.000 USD

Essas novidades são boas para os surfistas profissionais, já que agora os organizadores é que  vão ter que dar asas à imaginação para angariar mais uns $$$$ para o bolo financeiro final. E só a nível de curiosidade, o bicampeão mundial John John Florence não foi quem mais embolsou “din din” neste ano!

Confira, AQUI, quem são os dez surfistas mais bem pagos de 2017. Nesta lista, três são brasileiros!

Adriano de Souza também está entre os 10 surfistas que mais faturaram este ano. Foto: Poullenot/WSL.

Fonte: surftotal.com